República Democrática do Congo II

República Democrática do Congo (RDC)

Publicado em 10/11/2008

República Democrática do Congo (RCD)
A uma nação cega pela idolatria, marcada pelas guerras, pelos conflitos e pela orfandade, salvação e paz em Cristo

Capital: Kinshasa.
Localização: Centro-Sul da África.
Idioma: francês (oficial), lingala, kingwana, kicongo e tshiluba.
Religião: cristianismo 87,2% (católicos 41%, protestantes 32%, seitas cristãs africanas 13,4%, outros cristãos 0,8%); crenças tradicionais e outras 11,6%;islamismo 1,2% (1995).

Congo (RDC) ontem e hoje e seu contexto espiritual:
Uma nação devastada pela guerra civil e por conf litos inter-étnicos (entre as diversas etnias) que têm dizimado milhões de vidas desde seu início e ceifado ainda hoje outros milhares, além de um trágico histórico de invasões, intervenções estrangeiras (de outras nações com motivos puramente egoísticos), saques, escravismo, corrupção, hostilidade e matança e ainda questões como a AIDS, um sistema educacional precário e um sem número de crianças de rua (muitas órfãs das guerras) são apenas a ponta de um imenso iceberg sócio-cultural, que parece ter no contexto espiritual a razão e explicação de tudo o que o Congo (ou pra ser mais exato, a República Democrática do Congo/RDC) vive atualmente. Some-se a esse triste quadro as inúmeras restrições e limitações que a Igreja de Cristo ali encontra na sua tarefa de evangelização e ainda a amarração em tom quase que de pacto a forças demoníacas que têm tido no tribalismo e em diversos outros pecados praticados por muitos a brecha necessária para atuarem nessa tão sofrida Nação, ainda que outros tantos dessa mesma população se autodenominem “cristãos”. De fato, a República Democrática do Congo carece não só de ajuda humanitária, mas, acima de tudo, de nossas orações e intercessões.

Congo (RDC) é o centro de nosas orações. Oremos, pois:
– Pelo fim dos conflitos e da crise que assombram e aterrorizaa a Nação, ao custo da morte e do sofrimento de milhares e milhares de vidas;
– Pelas autoridades, a fim de que Deus lhes conceda sabedoria para lidar ou mesmo acabar com a crise que solapa o País;
– Pela paz da Nação, já que o cessar fogo ainda não fora estabelecido (pelo menos até o fechamento dessa edição);
– Por toda a Igreja de Cristo, a fim de que se mantenha firme e perseverante em sua obra;
– Principalmente pela salvação da Nação, já que muito do que ela vive hoje é reflexo, direta ou indiretamente, de seu contexto.

SANGUE, SUOR E LÁGRIMAS
Às voltas com a pior crise de sua história, Congo hoje carece de ajuda. E mais que isso: de nossas intercessões. O
que faremos?

Não fosse pela nua e crua realidade de sua história e trajetória enquanto Nação desde a sua independência ou mesmo antes, a referência a uma já conhecida epopéia (grande filme que retrata uma época) contida no título dessa nota poderia ser a continuidade da história da República Democrática do Congo. De fato, às voltas com conflitos, guerras, mortes, violência e a orfandade das famílias vítimas e reféns desse trágico contexto, e ainda ante ao incansável esforço de governos e autoridades mundiais (incluindo a ONU e a União Européia/EU) para manter a paz e a ordem no País, o que se tem visto nada mais é que sangue, suor e lágrimas. Some-se ainda a esse cenário os inúmeros pecados praticados pelos seus colonizadores – como escravismo, corrupção, opressão e exploração ilícita e desenfreada das riquezas da Nação às custas da miséria e da desgraça do povo – e também a prática de um tribalismo em tom de pactos com demônios, tem-se aí o épico já citado com contornos agora pra lá de inimagináveis, inconcebíveis. Assim dito, muito mais que ajuda humanitária, o Gongo carece, e muito,de nossas orações e intercessões.

A título de amostragem do exposto acima, até o fechamento dessa edição do Atos Hoje, fora divulgado na última segunda-feira, 3/11, no jornal Estado de Minas (Edição 24.410, Internacional – Giro pelo Mundo, matéria intitulada “Futuro do acordo preocupa Europa”), que autoridades da ONU e da União Européia (EU) já estavam na região do conflito, na tentativa desesperada de manter o frágil acordo unilateral de cessar-fogo entre rebeldes e atual governo e que todo esforço e ajuda seriam urgentes e necessários para os mais de um milhão e meio de refugiados que sofrem com doenças e fome decorrentes do conflito. Faltavam até mesmo recursos básicos  de sobrevivência como água, comida, remédios e equipamentos médicos. Desde o conflito, em 1998, segundo informara a imprensa, cerca de 4 milhões de pessoas já haviam morrido, fora os 3,4 milhões de refugiados – número esse que parece aumentar a cada dia.Autoridades e estudiosos são unânimes: essa é a prior crise humanitária que a história tem notícia e a pior vivida pela Nação. São mais de 250 grupos étnicos se degladiando pelo poder e pela riqueza. O estopim de toda essa gravíssima crise seria o genocídio de 1994 na vizinha Ruanda, em que 800 mil pessoas foram assassinadas. Daí o desespero das autoridades e dos governos internacionais de conter ou mesmo erradicar o conflito, já que temem que uma “nova Ruanda” surja daí, com um recorrente banho de sangue, capaz de reforçar ainda mais o quadro de sangue, suor e lágrimas da história dos congoleses. É um barril de pólvora prestes a explodir. Nos dobrem os, pois, em oração e clamor, em suor e lágrimas, por essa sofrida Nação, a fim de que ela encontre paz e, acima de tudo, SALVAÇÃO em Cristo. Porque um dia Alguém pagou o preço, também, de SANGUE, SUOR E LÁGRIMAS por amora essa Pátria. “Deus meu, Deus meu, salve salve essa tão querida, mas sofrida, nação do Congo!” Essa deve ser a nossa oração.

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